terça-feira, 9 de dezembro de 2014

(Vídeo) - O Empreendedor e a Tecnologia - R. C. Sproul Jr.

(Vídeo) - O Empreendedor e a Tecnologia - R. C. Sproul Jr.

http://tecnologiareformacional.blogspot.com.br/2014/12/video-o-empreendedor-e-tecnologia-r-c.html

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Venezuela, destruída por chavismo, é fato incômodo para a esquerda - A inflação, acima dos 63% anuais, tende a avançar para o patamar dos três dígitos, aguçando o conflito social.

Venezuela, destruída por chavismo, é fato incômodo para a esquerda - A inflação, acima dos 63% anuais, tende a avançar para o patamar dos três dígitos, aguçando o conflito social.

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://venezuelapetista.blogspot.com.br/2014/11/venezuela-destruida-por-chavismo-e-fato.html

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Dilma e Lula sabiam de tudo, de todas as corrupções, diz Alberto Youssef à PF. Prisão urgente e imediata de Lula e Dilma.

Dilma e Lula sabiam de tudo, de todas as corrupções, diz Alberto Youssef à PF. Prisão urgente e imediata de Lula e Dilma.

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://corrupcaopetista.blogspot.com.br/2014/10/dilma-e-lula-sabiam-de-tudo-de-todas-as.html

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Exemplo de um Empresário Cristão - Truett Cathy - fundador da Chick-fil-A com superior a US $ 5 bilhões em vendas anuais em 2013 d.C.

Conhecido por defender a família tradicional, dono do Chick-fil-A, morre aos 93 anos

Truett Cathy ensinou na Escola Dominical de sua igreja por 50 anos e seguia a política de não abrir suas lanchonetes aos domingos


A notícia da morte do Chick-fil-A fundador e presidente emérito da rede de lanchonetes "Chick-Fil-A" nos EUA, S. Truett Cathy, levou pastores, líderes de ministérios e políticos a derramarem elogios por seu exemplo de fé e sua ética nos negócios.
Fatores como sua notável gentileza com as pessoas e a decisão de nunca abrir as lanchonetes aos domingos, foram lembradas por diversos líderes nas redes sociais.
Segundo a assessoria de imprensa da família indicam que Cathy, 93 anos, morreu na manhã desta segunda-feira em sua casa, cercado por seus entes queridos.
Filho de Truett e CEO do "Chick-fil-A", Dan T. Cathy compartilhou a notícia em seu perfil oficial do Twitter.
"Vamos sentir muito a falta dele. Lembre-se de nossa família em suas orações nesta semana", postou.
A notícia se espalhou rapidamente pelas mídias sociais - Twitter e Facebook. A prefeita de Atlanta, Kasim Reed twittou: "Nossa cidade está triste com a perda de Truett Cathy, fundador da própria ChickfilA do GA. Seu legado vai viver através de sua família e as boas obras".
Cathy, que cresceu em Atlanta, construiu a cadeia de lanchonetes conhecida por servir sanduíches de frango a partir de um pequeno restaurante em Hapeville, Georgia. "Chick-fil-A" tem crescido, chegando a tornar-se uma das maiores empresas familiares do país, superior a US $ 5 bilhões em vendas anuais em 2013. Os princípios cristãos seguidos pela família também ficam claros em muitos posicionamentos oficiais da empresa.
Admiradores de Cathy comemoraram seu tino comercial. Em Ohio, o Presidente da Câmara, John Boehner twittou: "triste ao saber da morte de Truett Cathy. Ele era um grande empresário americano que tratava bem seus empregados".
O pastor da Mega-igreja, Perry Noble descreveu o experiente empresário "um grande homem que construiu um grande negócio, tem uma grande família e manteve os olhos em Jesus, você vai fazer falta!".
Já o consultor financeiro Dave Ramsey postou em sua conta no Twitter: "RIP meu amigo Truett Cathy. Um homem de Deus que amou muito sua família e mostrou-nos a fé no mercado".
CEO da Associação Evangelística Billy Graham, Franklin Graham postou no Facebook, uma mensagem, afirmando sua admiração por Cathy.
"Eu conhecia Mr. Cathy há muitos anos e tive o privilégio de andar de moto com ele. Ele era um cavalheiro cristão, que realizou seus princípios de negócios cristãos ao longo da vida. Seus restaurantes nunca foram abertos no domingo, por respeito ao dia do Senhor. Ele era gentil e extremamente generoso e usou os lucros de seu negócio para ajudar aos outros. Ele fará muita falta", escreveu.
Cathy era membro da Igreja Batista do Sul e ensinou na escola dominical por 50 anos. Sua política empresarial de não abrir suas lanchonetes aos domingos permitia que os funcionários de todos os seus locais de trabalho tivessem um dia para estar com a família, frequentar a igreja e descansar.
Mas esta política é apenas um dos exemplos de fé do fundador. Assim que seu negócio começou a "decolar", Cathy estendeu a mão para a comunidade de Atlanta através de sua organização sem fins lucrativos, a "Fundação WinShape". Formada em 1984, a fundação voltou seus olhos para formar profissionais, "ajudando os jovens a ter sucesso na vida através de bolsas de estudo e outros programas de apoio à juventude". Esses programas eventualmente cresceram em plataformas nacionais para a formação de liderança, a longo prazo habitação de assistência social e aconselhamento conjugal.
Questão gay
Em 2012, a postura "conservadora" dos Cathys sobre o casamento passou a ser alvo de muitas críticas ao longo dos anos por parte, principalmente da militância gay dos EUA.
Em uma entrevista ao programa "The Ken Coleman Show", Dan Cathy disse sobre a empresa:
"Damos muito apoio à família e sua definição bíblica de unidade familiar. Somos uma empresa familiar, a família levou-nos aos negócios, e estamos casados ??com nossas primeiras esposas. Damos graças a Deus por isso", disse.
Dan Cathy também afirmou que a empresa não iria levar esta questão para o âmbito das agendas políticas, mas a família manteve-se firme em seus valores cristãos.
Protestos em diversas cidades norte-americanas foram realizados por militantes gays, com a promoção de "beijaços" entre pessoas do mesmo sexo em frente às lanchonetes da família. As manifestações geraram polêmica e foram reprovados por diversos cristãos.

http://www.cpadnews.com.br/universo-cristao/24050/conhecido-por-defender-a-familia-tradicional-dono-do-chick-fil-a-morre-aos-93-anos.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=facebook


domingo, 20 de abril de 2014

sábado, 12 de abril de 2014

quinta-feira, 10 de abril de 2014

"...delírios da chamada teoria de gênero, essa invenção de professores desocupados com problemas de identidade sexual." by Luiz Felipe Pondé

"...delírios da chamada teoria de gênero, essa invenção de professores desocupados com problemas de identidade sexual." by Luiz Felipe Pondé

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://intelectuaisconservadores.blogspot.com.br/2014/04/delirios-da-chamada-teoria-de-genero.html

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Em defesa do casamento by Rodrigo Constantino - Em tempos de Carnaval e hedonismo, de apetites e emoções como os únicos guias das ações individuais, de promiscuidade total, não deixa de ser confortante ler uma visão clássica sobre o bom e velho casamento..."

Em defesa do casamento by Rodrigo Constantino - Em tempos de Carnaval e hedonismo, de apetites e emoções como os únicos guias das ações individuais, de promiscuidade total, não deixa de ser confortante ler uma visão clássica sobre o bom e velho casamento..."

"...Em tempos de Carnaval e hedonismo, de apetites e emoções como os únicos guias das ações individuais, de promiscuidade total, não deixa de ser confortante ler uma visão clássica sobre o bom e velho casamento. Que seja eterno enquanto dure. E que dure para sempre!"

Clique no link abaixo para acessar o artigo:
http://familiacalvinista.blogspot.com.br/2014/02/em-defesa-do-casamento-by-rodrigo.html

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Abrir uma empresa no Brasil: Não é para os fracos de coração (são necessários, em média, 130 dias, cerca de R$ 2.038 (US$ 900) e 43 documentos para abrir uma nova empresa no Brasil começando do zero)

Abrir uma empresa no Brasil: Não é para os fracos de coração
No verão de 2011, Davis Smith voava a uma altitude de 35.000 pés. Sua mente talvez voasse ainda mais alto. Ele acabara de conseguir um financiamento de US$ 23 milhões que garantiria a primeira fase de implantação de uma start-up nova e promissora que havia fundado no Brasil, a baby.com.br. Tal como acontece com qualquer start-up, seriam milhares os desafios a vencer antes que ela atingisse seu potencial máximo. Contudo, em vez de celebrar as vitórias recentemente conquistadas e de se preocupar em construir sua empresa, Smith estava voltando aos EUA para resolver alguns problemas de visto de trabalho no Brasil que haviam surgido durante as etapas finais da organização da baby.com.br.

Os problemas com o visto, embora sérios, eram simplesmente os últimos de uma série de dores de cabeça que Smith teve de enfrentar para fazer a empresa decolar. Por exemplo, ele havia concluído um processo de seis meses para que sua empresa tivesse status jurídico, o que o obrigou a percorrer com dificuldade um emaranhado de procedimentos burocráticos persuadindo os funcionários de várias instâncias a cooperar com ele. Depois de tudo isso, a baby.com.br finalmente foi ao ar, porém Smith teve de voltar para os EUA em busca de um tipo específico de visto, de modo que pudesse administrar sua empresa legalmente como estrangeiro no Brasil.

Por fim, a obtenção desse visto custou a Smith dois meses cruciais — período do lançamento da empresa ainda em fase embrionária. "O processo é uma caixa preta", diz ele. "Às vezes, você não tem a mínima ideia de que falta um documento ou outra coisa qualquer na etapa seguinte, que é quando os agentes do governo o avisam de que haverá uma demora não se sabe de quanto tempo devido a alguma nova condição não revelada, mesmo que você tenha preenchido todos os requisitos do processo. Há, sem dúvida, uma falta de transparência que exige uma paciência enorme."

Abrir uma empresa no Brasil é um processo complicado para qualquer empresário ou qualquer indústria. A burocracia generalizada e os nós administrativos constituem imensos desafios que todo empresário é obrigado a enfrentar no país. De acordo com a International Finance Corporation, braço de private equity do Banco Mundial, são necessários, em média, 130 dias, cerca de R$ 2.038 (US$ 900) e 43 documentos para abrir uma nova empresa no Brasil começando do zero. Algumas das exigências consistem, por exemplo, no registro da empresa na junta comercial do Estado, em organizações tributárias federais e estaduais (o que leva um mês em média), e no município de instalação da companhia para obtenção do alvará de funcionamento (mais 90 dias). Resumindo de modo bastante objetivo, todo esse processo requer mais de 13 procedimentos oficiais. Infelizmente para os empresários, a maior parte desses procedimentos estão atrelados uns aos outros sequencialmente, o que torna impossível lidar com eles simultaneamente para apressar o processo.

Além disso, a experiência por que passam inúmeros empresários mostra que o tempo e o custo totais podem exceder, e muito, as cifras mencionadas. Por exemplo, os cálculos não incluem os custos adicionais necessários para uns poucos "jeitinhos" brasileiros (expressão usada para descrever o jeito local de fazer as coisas no Brasil, com frequência contornando regras e convenções sociais), que são essenciais em muitos casos para a execução de certos passos obrigatórios. "No caso de start-ups em fase inicial no Brasil, gasta-se mais de 50% do tempo lidando com questões administrativas, como visto, residência local, comprovação de endereço e registro, e outros 50% nas operações e estratégias da empresa. Nos EUA, a relação seria mais provavelmente de 20% (questões administrativas) e 80% (estratégia e implementação)", observa Ben Gleason, CEO da start-up brasileira Guiabolso, que presta serviços semelhantes a Mint.com, serviço de administração financeira pessoal online dos EUA.
Outros empresários disseram que é realmente aconselhável contratar um funcionário em tempo integral para cuidar exclusivamente das questões administrativas para agilizar o processo de registro da empresa. Embora essa solução possa parecer cara, o benefício a longo prazo pode exceder em muito a frustração a curto prazo de tentar lidar com os inúmeros procedimentos exigidos.

Uma alternativa ao processo de seis meses para começar uma empresa do zero consiste em comprar um empresa de "fachada" — comprada geralmente de um escritório de advocacia. Por alguns milhares de dólares, uma pessoa (o fundador) pode tomar posse legalmente de uma entidade e começar já no meio do processo oneroso de constituição da empresa. A estratégia encurta o procedimento e acelera o acesso do empresário a seu mercado-alvo. Quem recorreu a essa saída teve experiências diversas. Houve quem reduzisse o processo pelo meio, isto é, a apenas três meses, enquanto outros conseguiram antecipar em um mês ou dois sua conclusão. De modo geral, porém, todos têm a mesma experiência — descrença e frustração com atrasos, burocracia e custo.

Bombeiros

Os empresários que passam pelo processo — seja de que modo for — muitas vezes descobrem passos desnecessários, ineficientes, complexos ou até mesmo redundantes. Por exemplo, a criação de um portal nacional online para verificar a disponibilidade de um nome e logo para a empresa economizaria um tempo enorme e aumentaria a eficiência do processo. Atualmente, o registro do nome de um novo negócio requer a visita pessoal à junta comercial local e a solicitação ao pessoal dali que faça uma busca para saber da disponibilidade do nome proposto. Embora o custo disso seja baixo, os resultados podem levar vários dias. Criar um logo é ainda mais difícil, e não há, atualmente, nenhum processo formal para isso. Essa falta de estrutura não raro gera demoras desnecessárias e pode levar a violações involuntárias de copyright; frequentemente, os empresários não conseguem saber se um logo já está sendo usado por uma empresa em operação em outro Estado. Ao criar um registro online com essa informação, o governo simplificaria ambos os passos.

Outro exemplo é a exigência de que os bombeiros avaliem o local e certifiquem que é seguro. O custo desse procedimento em duas partes é de 25% do total do processo de criação de uma empresa (US$ 200). Começa com uma apresentação pessoal extremamente detalhada do layout do local escolhido, que deve atender a padrões muito rigorosos. O corpo de bombeiros deve então visitar o local para verificar as informações fornecidas. Embora a segurança seja uma fator importante, o processo é desnecessariamente longo e caro. Além disso, não faz diferença entre empresas que requerem inspeções específicas, como instalações industriais, e empresas que poderiam ser submetidas a um processo muito mais simples e barato. Esses exemplos, que são diferentes do que ocorre em outros países semelhantes, onde muitas vezes nem sequer existem, mostram claramente algumas das ineficiências que poderiam ser sanadas ou eliminadas.

A introdução de mudanças e de procedimentos eficientes, porém, talvez seja um dos maiores obstáculos ao estímulo do empreendedorismo no Brasil. Apesar do que podem sugerir esses problemas persistentes, o governo brasileiro não tem se mantido totalmente calado no que diz respeito à melhora desse processo. Em 2009, por exemplo, foi aprovada uma nova lei que eliminava a necessidade de registrar em cartório todos os documentos necessários. Infelizmente, essa lei ainda não foi promulgada. Sem uma comunicação eficiente e a entrada em vigor de novas leis, todo esforço a mais que se fizer para agilizar o processo poderá ser em vão, reprimindo ainda mais as oportunidades de empreendedorismo no Brasil.

Outro aspecto fundamental que o empresário estrangeiro precisa levar em conta no Brasil é a importância das relações. De acordo com Thomas Kimball, fundador da baby.com.br, "no Brasil, os relacionamentos funcionam como moeda de troca". Em muitos pontos do processo de formação de uma empresa, quem as pessoas conhecem, e o grau de relacionamento que mantêm pode ser um fator decisivo para seu sucesso.  Uma solução que poderia ter um resultado positivo consistiria em o empresário estrangeiro ter contato com gente local e trabalhar com essas pessoas. Uma empresa do Rio de Janeiro está tentando estreitar esse fosso. Fundada pelo empresário americano Benjamin White e pelo brasileiro Marcelo Sales, a 21212 foi criada para pôr em contato o empresário estrangeiro com o empresário local como forma de facilitar a execução das ideias deste último. Embora esforços desse tipo ajudem, o número de obstáculos continua a tolher o empreendedorismo no Brasil.

Em uma escala global, esses problemas se refletem nos rankings do Brasil em comparação com outros países. Em 2013, o índice "Fazendo Negócios" do Banco Mundial, classificou o Brasil na posição de número 130 (entre 185 países) no  mundo no quesito de facilidade de fazer negócios ou começar uma nova empresa. Com isso, o Brasil faz feio em relação a países vizinhos como o Chile (37), Colômbia (45) e México (48), que vem atraindo cada vez mais o capital antes destinado ao Brasil nos últimos dois anos, proporcionando ao mesmo tempo estruturas atraentes para que os empresários abram novos negócios. Por exemplo, conseguir alvará de construção é muito mais fácil no México (que aparece nesse ranking na posição 33) e Colômbia (27) do que no Brasil (131). De igual modo, obter crédito local, um elemento fundamental para qualquer start-up, é muito mais fácil no México (40) do que no Brasil (104). Embora o governo tenha feito esforços para criar instituições que incentivem o empreendedorismo e financiem novas empresas, como é o caso da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), ou instituições que concedam subsídios, como é o caso do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a verdade é que o processo continua a ser altamente burocrático. Uns poucos preferidos e pesos pesados locais abocanham a maior parte do financiamento enquanto outros ficam a ver navios. Por fim, os impostos diretos e indiretos no Brasil (o país ocupa a 156ª. posição nesse ranking específico) são outro grande nó para os empresários, cujos custos podem tranquilamente ultrapassar seu orçamento.

Economias de baixo crescimento

Esses rankings são particularmente preocupantes à luz de uma economia local atualmente estagnada (e que deverá crescer cerca de 2% em 2013 depois de crescer 0,3% em 2012) e que necessita muito de empresários, novas empresas e influxos de capital. De acordo com a Fundação Kauffman, que coopera na realização dos relatórios Global Entrepreneur Monitor sobre empreendedorismo em 90 países diferentes, empresas de "pequeno e médio porte são responsáveis por 96% de todos os empregos no Brasil e 98% de todas as empresas no mundo", o que só reforça a importância da criação de empresas no país. Os benefícios em potencial, porém, não são apenas econômicos. Os cientistas que estudam o empreendedorismo descobriram que estimular esse tipo de atividade pode ter um impacto social positivo e estimular ainda mais a atividade econômica tanto dentro quanto fora do setor. Isso significa que, no futuro, o Brasil terá de melhorar significativamente para facilitar os processos de criação de empresas e incentivar os investidores a tirar vantagem do enorme mercado consumidor brasileiro de pouco mais de 200 milhões de pessoas.

Na condição de país com terceiro maior índice de atividade empresarial, é difícil acreditar que o governo brasileiro não tenha sido capaz de incentivar essa atividade até hoje. Em relação ao futuro, o país chegou a um momento de possível divisor de águas na história de sua atividade empresarial. Não importam quais tenham sido as estatísticas anteriormente, sediar os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo deverá resultar num surto de atividade econômica. Ao usar esses eventos como ponto de partida, o governo deveria se beneficiar integralmente desse momento ideal para mudar as regulações e processos apoiando seu contingente empresarial.

Foi dada a largada. Outros países já estão cientes do valor da atividade empresarial para a economia e estão introduzindo mudanças de peso para se tornarem mais competitivos e atrair o investimento estrangeiro. Portanto, é preciso que o governo dedique um número muito maior de recursos para a promoção do empreendedorismo no Brasil a curto prazo. O estado atual da economia brasileira requer que o país encontre um meio de estimular o crescimento. Dado o tamanho do seu mercado consumidor e a riqueza dos recursos disponíveis, o Brasil apresenta oportunidades atraentes para o empreendedorismo, tanto doméstico quanto externo. Contudo, em vista de tais processos complexos e caros, quando comparados com os países vizinhos, e em face da ausência de melhoras, o país corre o risco de perder uma grande fonte de inovação e de estímulo econômico. Embora o empreendedorismo não seja a única solução para a situação financeira do Brasil, do jeito que as coisas estão, o país está simplesmente desperdiçando uma oportunidade. Como consequência, a próxima baby.com.br poderá muito bem ser uma baby.com.mx.

Este artigo foi escrito por Mauricio Cordero, Pablo Ruiz, Preston Thomas e Tereza Widmar, membros da Lauder Class de 2015.

Fonte: http://www.wharton.universia.net/index.cfm?fa=viewArticle&id=2417&language=portuguese

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Um dos mais influentes economistas denuncia: Pensar está se tornando algo obsoleto (principalmente na universidade)


Olá amigos e amigas,


Se isto não é verdade, diga, que não é verdade, principalmente depois da leitura do artigo.

Um dos mais influentes economistas denuncia: Pensar está se tornando algo obsoleto (principalmente na universidade)

(...)

Se as instituições educacionais de hoje — desde escolas a universidades — estivessem tão interessadas em diversidade de ideias quanto estão obcecadas com diversidade racial e sexual, os estudantes ao menos adquiririam experiência ao ver as pressuposições que existem por trás de diferentes visões, e entenderiam a função da lógica e da evidência ao debaterem tais diferenças. No entanto, a realidade é que um estudante pode passar por todo o seu ciclo educacional, desde o jardim de infância até seu doutoramento, sem entrar em contato com absolutamente nenhuma visão de mundo que seja fundamentalmente diferente daquela que prevalece dentro do espectro de opiniões autorizadas e politicamente corretas que domina o nosso sistema educacional.


(...)

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://metodologiadoestudo.blogspot.com.br/2013/11/um-dos-mais-influentes-economistas.html

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

NÃO COMPRO A MARCA COUROFINO - Marca exibe criança em poses erotizadas e é denunciada ao Conar

NÃO COMPRO A MARCA COUROFINO - Marca exibe criança em poses erotizadas e é denunciada ao Conar

Clique no link abaixo para acessar a reportagem:
http://pedofilianauniversidade.blogspot.com.br/2013/10/nao-compro-marca-courofino-marca-exibe.html

sábado, 24 de agosto de 2013

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

quinta-feira, 11 de julho de 2013

CONSÓRCIO DE SERVIÇOS SAI ATÉ 70% MAIS BARATO E COM O DR. CONSÓRCIO OS BENEFÍCIOS AUMENTARÃO.

CONSÓRCIO DE SERVIÇOS SAI ATÉ 70% MAIS BARATO E COM O DR. CONSÓRCIO OS BENEFÍCIOS AUMENTARÃO.

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://doutorconsorcio.blogspot.com.br/2013/07/consorcio-de-servicos-sai-ate-70-mais.html 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

(VÍDEO) Dr. Zenóbio Fonseca sempre excelente na Defesa da Vida - Estatuto do Nascituro - Cabeça pra Cima

 (VÍDEO) Dr. Zenóbio Fonseca sempre excelente na Defesa da Vida - Estatuto do Nascituro - Cabeça pra Cima

Clique no link abaixo para acessar este excelente vídeo:
http://academiaemdebate.blogspot.com.br/2013/07/video-dr-zenobio-fonseca-sempre.html

sábado, 29 de junho de 2013

sexta-feira, 31 de maio de 2013

(VÍDEO) - O Teste da Fé - Dez cientistas reconhecidos internacionalmente como pesquisadores notáveis contam suas histórias de vida e como relacionam a sua fé com a atividade científica. Por que escolheram ser cientistas? Por que abraçaram o cristianismo?

 (VÍDEO) - O Teste da Fé - Dez cientistas reconhecidos internacionalmente como pesquisadores notáveis contam suas histórias de vida e como relacionam a sua fé com a atividade científica. Por que escolheram ser cientistas? Por que abraçaram o cristianismo?


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sábado, 11 de maio de 2013

O psiquiatra Lyle Rossiter nos comprova que o esquerdismo é uma doença mental (O modelo de mente esquerdista / Competência em uma sociedade livre / Por que a mente esquerdista é uma patologia? / Os cinco déficits principais do esquerdista / Uma cura para o esquerdismo?)

O psiquiatra Lyle Rossiter nos comprova que o esquerdismo é uma doença mental (O modelo de mente esquerdista / Competência em uma sociedade livre / Por que a mente esquerdista é uma patologia? / Os cinco déficits principais do esquerdista /  Uma cura para o esquerdismo?)

Clique no link abaixo para ler o artigo:
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domingo, 5 de maio de 2013

Introdução ao De Incarnatione Verbi Dei, de Santo Atanásio (ou: Sobre Livros Antigos) por C. S. Lewis

Introdução ao De Incarnatione Verbi Dei, de Santo Atanásio (ou: Sobre Livros Antigos) por C. S. Lewis

Há uma ideia estranha por aí segundo a qual os livros antigos devem ser lidos apenas por profissionais, e o leitor amador deve contentar-se com os livros modernos.

Clique no link abaixo para ler o artigo:
http://metodologiadoestudo.blogspot.com.br/2013/05/introducao-ao-de-incarnatione-verbi-dei.html

segunda-feira, 29 de abril de 2013

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

(Vídeo) - A Relação da Ciência e Fé - Prof. Dr. Anderson Ribeiro Correia - Pró-reitor de Extensão e Cooperação (ITA)


(Vídeo) - A Relação da Ciência e Fé - Prof. Dr. Anderson Ribeiro Correia - Pró-reitor de Extensão e Cooperação (ITA)
http://academiaemdebate.blogspot.com.br/2013/02/video-relacao-da-ciencia-e-fe-prof-dr.html 

RELIGIÃO E CIÊNCIA por Alvin Plantinga


RELIGIÃO E CIÊNCIA por Alvin Plantinga

Alvin Carl Plantinga (1932) é um filósofo norte-americano conhecido mundialmente por seu trabalho em epistemologia, metafísica e filosofia da religião 

http://alvinplantinga.blogspot.com.br/2013/02/religiao-e-ciencia-por-alvin-plantinga.html

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Influências Do Protestantismo Para A Administração



        Para a Igreja era pecado possuir muitos bens. O Estado e a Igreja eram os detentores de todas as formas de riqueza e o Estado estava subordinado à Igreja. Com o Protestantismo possuir bens e acumulá-los não é mais algo visto como um pecado, mas como um presente de Deus, desde que esses bens fossem adquiridos com honestidade. Para Weber o sistema de produção racional e capitalista teve origem na chamada “ética protestante”, que é um novo conjunto ou normas sociais e morais, como o trabalho árduo e duro visto como dádiva de Deus, a poupança e o exercício prático que leva à efetiva redução da virtude, que possibilitaram não mais o desperdício de dinheiro e o consumo com coisas supérfluas. Por meio das mudanças religiosas ocorridas nos países protestantes surgiram as três formas de racionalidade: O Capitalismo, a Burocracia e a Ciência Moderna, que se apoiaram entre si nas mudanças religiosas. E são muitas as semelhanças entre o comportamento capitalista e protestante, principalmente o calvinista.

        Weber define o espírito capitalista como idéias e hábitos que visam o lucro. Com o protestantismo o comportamento das pessoas em relação aos bens adquiridos neste mundo mudo de forma radical. Ele postula que certos tipos de protestantismo favoreciam o comportamento econômico racional e que a vida terrena recebeu um significado espiritual moral positivo. Para o Calvinismo as aptidões e habilidades das pessoas demoram a ser vistas como um presente de Deus e, por isso deveriam ser incentivadas. A lógica que está ligada a essas novas doutrinas e as deduções que lhe podem retirar encoraja e estimula o planejamento e, a abnegação ascetiva com o objetivo do ganho econômico, do lucro, que é um papel do profissional administrador.

        Com a conduta ética apresentada pela Reforma Protestante como sendo uma alternativa ao relativismo ético enfrentado pelas organizações nos dias atuais, conclui-se que a ética...

(...)


http://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/Influ%C3%AAncias-Do-Protestantismo-Para-a-Administra%C3%A7%C3%A3o/491613.html




Facebook te deixa mais gordo, pobre e malvado, diz estudo

Facebook te deixa mais gordo, pobre e malvado, diz estudo
http://tecnologiareformacional.blogspot.com.br/2012/11/facebook-te-deixa-mais-gordo-pobre-e.html

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Infobesidade

Sobrecarga de e-mails no trabalho aumenta estresse, aponta estudo

DA EFE

O excesso de e-mails no trabalho está relacionado ao aumento de estresse dos trabalhadores e à perda de produtividade nas empresas, segundo estudo elaborado pela Universidade Católica de Louvain, na Bélgica.
"O excesso de e-mails e de informação em geral acarreta riscos sociais e psíquicos para os empregados e empobrece a empresa", disse Caroline Sauvajol-Rialland, professora responsável pela pesquisa.

Shutterstock
Funcionário sobrecarregado por excesso de e-mails tem produtividade reduzida, diz pesquisa de universidade belga
 
Funcionário sobrecarregado por excesso de e-mails tem produtividade reduzida, diz pesquisa de universidade belga
 
Segundo a pesquisa, spams, "newsletters" e mensagens eletrônicas internas contribuem para a saturação dos trabalhadores que, ao chegar a cada dia no trabalho, precisam organizar todas as informações.

Para a professora responsável pela pesquisa, o fenômeno da "infobesidade", termo criado pelo escritor americano Alvin Toffler em seu romance de "Future Shock", em 1970, representa uma ameaça tanto para a qualidade de vida dos trabalhadores como para a produtividade das empresas.
Ela diz que mais de 90% das pessoas com responsabilidades nas empresas acreditam que o fluxo de informação que administram é excessivo. Deste total, 70% admitem que estão saturados de manejar tais dados.

A pesquisa mostra que a "sobrecarga de informação" provoca interrupções no trabalho a cada sete minutos e que cada trabalhador usa 30% de sua jornada de trabalho para atender chamadas ou responder e-mails que exigem cada vez mais imediatismo.

"Se um trabalhador passa tanto tempo administrando as mensagens, essa atividade pode chegar a se sobrepor à atividade principal da empresa", disse a pesquisadora.

Outro problema enfrentado atualmente, mostra a pesquisa, é o acesso ao e-mail fora do trabalho. Para Caroline, o uso de computador e de outros dispositivos móveis para receber mensagens da empresa fora do horário de trabalho aumenta o estresse e mina a produtividade do funcionário.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1151101-sobrecarga-de-e-mails-no-trabalho-aumenta-estresse-aponta-estudo.shtml



Divulgação:

 


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Administrador: o profissional que o Brasil mais precisa

Administrador: o profissional que o Brasil mais precisa
por Leandro Vieira*

O despertar para a necessidade de uma gestão realmente profissional tornou a Administração o curso superior com o maior número de faculdades (mais de 2.600) e o maior número de alunos (mais de 800 mil)

A piadinha é infame e batida e, com certeza, você já deve ter escutado: "quem não sabe o que quer, faz Administração". A anedota faz parte da habitual rivalidade entre os cursos superiores, e data de muito, muito tempo.

A realidade é que o curso de Administração e a profissão do administrador mudaram bastante. E nossa sociedade mudou também. Hoje já observamos uma crescente preocupação por parte de empresários e dirigentes de organizações públicas e privadas com relação ao gerenciamento das iniciativas pelas quais são responsáveis.

No campo empresarial, ainda temos uma elevada taxa de mortalidade. Segundo o IBGE, praticamente a metade das empresas fecha as portas após o terceiro ano de atividade. Os motivos que explicam esse índice bizarro são diversos, afinal o Brasil amarga a 126ª posição entre 183 nações no ranking do Banco Mundial que elenca os países conforme a facilidade de se fazer negócios em seus territórios. Para se ter uma ideia, segundo esse estudo, é mais fácil abrir um negócio em Uganda do que por aqui.

Entretanto, a principal razão da mortalidade das empresas é sempre a mesma: falta de preparo de seus gestores. Diante de tantas dificuldades, a figura do administrador desponta como essencial para driblar os obstáculos impostos por esse ambiente hostil à atividade empresarial.

Outro estudo com o mesmo número de nações, realizado pela ONG Transparência Internacional, coloca o Brasil na 73ª posição no ranking que mede a percepção de corrupção entre os países. Numa escala onde zero significa "muito corrupto" e dez "nada corrupto", a nossa nota foi 3,8. Fomos reprovados. Além de prejuízos à moral, a corrupção empaca o desenvolvimento brasileiro: um estudo da FIESP revelou que o prejuízo causado por essa praga chega a 85 bilhões de reais por ano!

A corrupção não é apenas fruto da falta de ética, mas também de falhas na administração pública e nos seus mecanismos de controle (para lembrar uma das funções clássicas da Administração delineadas por Fayol). Que falta faz um administrador de fato por trás de nossas instituições, não é mesmo?

O despertar para a necessidade de uma gestão realmente profissional tornou a Administração o curso superior com o maior número de faculdades (mais de 2.600) e o maior número de alunos (mais de 800 mil). Por ano, são formados mais de 114 mil administradores. Não só a oferta de profissionais da área ao mercado aumentou, como também a demanda por eles.

O Conselho Federal de Administração, em parceria com a FIA (Fundação Instituto de Administração), realizou uma pesquisa que traça o raio-x da profissão no Brasil. Uma das questões era dirigida aos empregadores. Em 2006, apenas 23% deles consideravam importante um cargo gerencial ser ocupado por um administrador. Em 2011, esse número saltou para 63%. São números que refletem o amadurecimento da sociedade brasileira, e também a transformação da mentalidade dos nossos jovens, que têm optado por essa com muita determinação e com a consciência de que o administrador é o profissional que o Brasil mais precisa.

Respondendo àqueles que ainda insistem em contar aquela piadinha surrada do início do artigo, quem opta por Administração tem a certeza exata do que quer fazer - muito diferente daqueles que escolhem outros caminhos profissionais e, lá pelas tantas, tentam atuar como administradores sem serem.


* Sobre Leandro Vieira


Leandro é Mestre em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Certificado em Empreendedorismo pela Harvard Business School. Tem MBA em Marketing, pelo Instituto Português de Administração e Marketing (IPAM). Administrador de Empresas pela UFPB e bacharel em Direito pelo UNIPÊ, foi professor da Escola de Administração da UFRGS e fundou o portal www.administradores.com e a revista Administradores. Em 2011, Leandro recebeu o Prêmio Honra ao Mérito em Administração, conferido pelo Conselho Federal de Administração, pela sua contribuição ao avanço da Administração no Brasil. Leandro também é autor do livro Seu Futuro em Administração, pela Editora Campus-Elsevier.


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sábado, 7 de julho de 2012

GlaxoSmithKline, multibilionária empresa de vacinas, é condenada a pagar multa de 3 bilhões de dólares depois de se declarar culpada de cometer a maior fraude de saúde da história dos EUA


GlaxoSmithKline, multibilionária empresa de vacinas, é condenada a pagar multa de 3 bilhões de dólares depois de se declarar culpada de cometer a maior fraude de saúde da história dos EUA

Julio Severo
De acordo com o jornal Daily Mail, uma empresa farmacêutica da Inglaterra foi condenada na justiça dos Estados Unidos a pagar uma multa de 3 bilhões de dólares depois de admitir que cometeu a “maior fraude de saúde da história” dos EUA.
GlaxoSmithKline dava aos médicos americanos dinheiro para prescreverem medicamentos potencialmente perigosos para adultos e crianças.
A poderosa empresa farmacêutica dava de tudo, desde dinheiro até entradas para os shows de Madonna e viagens. As autoridades americanas, que descobriram as fraudes da empresa, classificaram a GlaxoSmithKline como um bando de “trapaceiros que acham que podem tirar lucro fácil à custa da segurança pública, dos cidadãos que pagam impostos e de milhões de americanos”.
A reportagem completa do Daily Mail, em inglês, está aqui.
GlaxoSmithKline: um bando de trapaceiros farmacêuticos
Escândalos envolvendo a GlaxoSmithKline não são novidade. Em 2009, Stacey Jones, uma moça de 18 anos, sofreu graves danos cerebrais provocados por ataques que começaram depois que ela recebeu a vacina Cervarix, feita pela GlaxoSmithKline, supostamente para proteger contra o HPV.
No mesmo ano, Natalie Morton, uma menina de 14 anos, morreu horas depois de receber Cervarix na escola onde estudava. Ela recebeu a injeção como parte da campanha de vacinação do Ministério da Saúde da Inglaterra dirigida a adolescentes nas escolas.
O governo do Brasil, que faz campanhas em massa de vacinação, tem sido um grande e fiel cliente da GlaxoSmithKline. Não se sabe quanto dinheiro e outros favores os médicos brasileiros recebem desta e outras empresas farmacêuticas, mas em 2009, o ex-presidente Lula recebeu o Prêmio Chatham House por seu papel como “importante promotor de estabilidade e integração na América Latina”. Um dos principais patrocinadores desseprêmio internacional foi a GlaxoSmithKline. No final de 2009, a GlaxoSmithKline recebeu R$ 465.532.000,00 do governo brasileiro, numa compra sem licitação, de doses da vacina contra a “epidemia generalizada” da gripe suína.
Uma mão lava a outra. As empresas farmacêuticas patrocinam homenagens internacionais ao ego incontrolável e insaciável de políticos socialistas brasileiros, e eles saciam a ganância incontrolável e insaciável dessas empresas, sustentando pandemias fantasmas que lhes enchem os cofres.
Não fosse pelo ego insaciável dos políticos brasileiros, a GlaxoSmithKline estaria envolvida também no Brasil nas maiores fraudes de saúde da história.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

O fim da lealdade do empregado à empresa: mais uma vítima do novo mercado de trabalho


O fim da lealdade do empregado à empresa: mais uma vítima do novo mercado de trabalho


Se definirmos lealdade como fidelidade a uma causa, um ideal, um costume, uma instituição ou a um produto, então parece haver uma certa dose de infidelidade no ambiente de trabalho atualmente.
Para isso, basta atentar ao que dizem alguns estudos recentes: a 10ª. pesquisa anual de benefícios, tendências e atitudes dos empregados divulgada em março pela MetLife coloca, pelo sétimo ano, a lealdade do funcionário numa posição bem incômoda. De acordo com o relatório de 2011 da Careerbuilder.com, 76% dos funcionários em tempo integral na empresa, embora não estejam de fato à procura de um novo emprego, deixariam seu trabalho atual se deparassem com uma boa oportunidade. Outros estudos mostram que, todos os anos, as empresas perdem de 20% a 50% do seu quadro de funcionários.

Sejam quais forem os números reais, o fato é que muita gente se sente alheia ao trabalho que faz. Alguns motivos para isso: a recessão, ocasião em que as empresas despediram inúmeros empregados com pouca consideração por sua lealdade e tempo de casa; corte de benefícios, treinamento e promoções para os que ficaram; idade dos empregados (geração Y, de 15 a 30 anos) com outras expectativas em relação à carreira, entre elas a necessidade de "deixar uma marca própria", onde quer que isso possa levá-los. Uma das vítimas desse mundo nômade é o compromisso cada vez mais frágil com a empresa.

Adam Cobb, professor de administração da Wharton, vê outra razão para a mudança em andamento na relação entre patrão e empregado. "Quando se fala em lealdade no local de trabalho, é preciso que haja reciprocidade", diz ele. "Minha lealdade à empresa depende da lealdade dela a mim. Todavia, há uma parte nessa troca cujo poder é muito maior do que o da outra: a empresa."

Cobb diz que "a lealdade não é algo em que a empresa possa confiar. Contudo, quando as pessoas dizem que os empregados não são leais à empresa, o que se tem aí é um argumento do tipo quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? Vamos imaginar um mundo diferente, em que as empresas se preocupassem com seus funcionários e a lealdade fosse recíproca. Será que as pessoas estariam mudando o tempo todo de emprego como fazem atualmente?"

O comportamento do empregado, diz Cobb, sofreu o influxo da reestruturação drástica da empresa deflagrada há 30 anos. "As empresas sempre recorreram à demissão, mas nos anos 80, empresas sólidas começaram a mandar seus funcionários embora, preocupadas sobretudo com os ganhos dos acionistas." Quando anunciavam a iminência de cortes, "as empresas diziam: 'Nossa decisão se deve à preservação dos interesses dos nossos acionistas'", observa Cobb. "Havia também cortes nos benefícios — 401(k) em vez de pensões de benefícios definidos, ao mesmo tempo que o custo com saúde era transferido para o empregado. Seguia-se uma tendência segundo a qual os riscos deviam ser transferidos para o trabalhador, em vez de serem responsabilidade da empresa. Se sou empregado, isso significa que não vou permitir que a empresa controle minha carreira."

Peter Cappelli, diretor do Centro de Recursos Humanos da Wharton [Center for Human Resources], também acha que, atualmente, mudou a atitude do empregador em relação ao empregado. "Para a empresa, o funcionário é um recurso de curto prazo", diz. Como o empregador não emprega mais ninguém pela vida toda, acrescenta Cappelli, autor do livro "Por que pessoas boas não conseguem emprego: falta de habilidades e o que as empresas podem fazer a esse respeito" [Why Good People Can't Get Jobs: The Skills Gap and What Companies Can Do About It], "a segurança no emprego depende agora de o empregado ser o tempo todo útil ao empregador. Salários menores e cargas de trabalho cada vez maiores acontecem quando convém à empresa. No momento em que o empregado percebe que sua carreira pode deslanchar em qualquer outro lugar, ele deixa de dar atenção apenas à empresa" para a qual trabalha no momento.

Lealdade a indivíduos, não à empresa


O Loyalty Research Center [Centro de Pesquisa de Lealdade], consultoria de Indianápolis que trabalha com a questão da lealdade do cliente e do funcionário, define lealdade, em parte, como "o comprometimento do empregado com o sucesso da empresa na crença de que trabalhar naquela empresa é sua melhor opção [...] Os empregados leais não estão empenhados em encontrar outro emprego e não são responsáveis pelas ofertas que lhes são feitas". Cappelli diz que "lealdade do empregado" é um "termo técnico. A analogia mais próxima em pesquisa é dada pelo conceito de compromisso, isto é, a ideia de que o empregado se preocupa com os interesses do seu empregador".
Matthew Bidwell, professor de administração da Wharton, divide o termo em duas partes: "De um lado, significa valorizar ao extremo os interesses do empregador; do outro, conservar o mesmo funcionário em vez de trocá-lo." Os estudiosos da administração, diz Bidwell, referem-se a essa atitude como "compromisso com a organização". No entanto, isso está mudando. "É cada vez remota a percepção de que a empresa vai se preocupar com o funcionário como no passado — e isso faz com que ele se torne menos leal a ela." Bidwell, entretanto, questiona o grau de lealdade que as pessoas tinham para com seu empregador nos bons e maus tempos. "O empregado é sempre mais leal àqueles à sua volta — gerente, colegas, talvez seus clientes. Seu senso de profissionalismo — e lealdade — tem mais a ver com o trabalho que executa do que com a empresa."

Parte da pesquisa de Bidwell estuda o comportamento do empregado terceirizado em comparação com o do funcionário a empresa. Era de se esperar que o funcionário terceirizado tivesse uma "relação distante e menos comprometida" com a gerência da companhia do que o funcionário da empresa, diz. "Mas sempre que converso com os gerentes, eles quase sempre dizem que não há, de fato, muita diferença entre um e outro." A relação do funcionário com a empresa é cada vez mais frágil, diz Bidwell, por isso "há quem diga que a lealdade à empresa é coisa do passado".

James Harter, cientista chefe da área de gestão do ambiente de trabalho e bem-estar da Gallup, tem outra opinião baseada nos levantamentos da empresa iniciados em 2000 com objetivo de medir o envolvimento do funcionário. A pesquisa dividiu os trabalhadores em três grupos: empregados "engajados", os que eram "ligados emocionalmente ao seu local de trabalho e se sentiam motivados a produzir"; "não engajados", empregados "distantes emocionalmente do trabalho e com pouca probabilidade de se sentir motivados"; e "funcionários efetivamente alheios", para quem "o local de trabalho era um ambiente negativo e que tendiam a espalhar sua negatividade para outros".
Em 2000, o levantamento feito mostrava que 26% dos empregados eram do tipo engajado, 56% não eram e 18% eram efetivamente alheios ao trabalho. Em 2008, os percentuais foram, respectivamente: 29%, 51% e 20%; em 2010, 28%, 53% e 19%; e, em 2011, 29%, 52% e 19%. Em suma, há uma diferença surpreendentemente pequena entre os números. Para Harter, "não mudou muita coisa no que diz respeito à experiência diária das pessoas no local de trabalho".

Harter cita um relatório da Gallup intitulado "Estado do local de trabalho nos EUA: 2008-2010", em que são feitas 12 perguntas cujo objetivo é lidar com questões como produtividade, qualidade dos relacionamentos com colegas e gerentes, adesão do funcionário à missão integral da empresa. Uma das conclusões a que chegou o relatório foi que "apesar do estresse observado no local de trabalho na esteira da mais severa recessão registrada em muitas décadas, o nível médio de envolvimento emocional do empregado com seu trabalho não apresentou queda significativa".

Em busca de uma fórmula salvadora


A lealdade, que pode ser considerada um componente do engajamento do funcionário, baseia-se em diversos fatores, diz Harter. Por exemplo, se o empregador "se preocupa em atender aos principais interesses do funcionário, se dá atenção à sua carreira, se dá a ele oportunidade de melhorar sua condição de bem-estar etc.". Nessa equação, os gerentes desempenham um papel crucial, acrescenta, referindo-se a uma pesquisa feita há vários anos em que foram analisadas as razões pelas quais as pessoas permanecem ou saem de uma empresa. "A fórmula salvadora, no caso, é a qualidade da relação entre o empregado e seu gerente. É isso que vai determinar o nível geral de engajamento do funcionário. Boas empresas vão fazendo, ao longo do tempo, uma lista de bons gerentes [...] e de boas equipes locais e o modo pelo qual elas se conectam graças ao trabalho de líderes e gerentes" cujo impacto sobre elas é mais significativo.

A natureza humana, acrescenta Harter, "não muda quando muda a economia. Ela pode adquirir uma dinâmica diferente" durante um período de recessão, mas o que permanece constante é a "necessidade de estar conectada — a um gerente, um colega e/ou a um propósito, bem como a necessidade de ser reconhecida". A percepção que as pessoas têm do seu padrão de vida "cai à medida que a atividade econômica cai também", diz. Contudo, essa mesma queda não foi observada em locais de trabalho em que os empregados dizem que "há alguém que incentiva seu desenvolvimento. A presença de um mentor, ou alguém na vida que o ajude a ver o futuro no meio do caos pode fazer diferença".

Deborah Small, professora de marketing da Wharton, faz referência a várias pesquisas sobre o que se convencionou chamar de "justiça procedimental", sinal de que muito do que os empregados sentem em relação à empresa "não diz respeito tanto assim aos resultados obtidos, mas aos processos. Se as pessoas perceberem que os processos são administrados de maneira imparcial pela empresa, mesmo que disso não resulte algo que seja o melhor para elas", a tendência é de que tal comportamento estimule sua lealdade.

As pesquisas mostraram também que nem todo comportamento é fruto de interesses pessoais, diz Small. "Às vezes, as pessoas fazem coisas a um custo considerável para elas como, por exemplo, permanecer em um emprego apesar do salário inferior, quando poderiam perfeitamente mudar de emprego e, possivelmente, ganhar mais. No entanto, elas não o fazem porque se importam com os relacionamentos construídos e com o bem-estar dos colegas. Quando existe um bom relacionamento com a empresa ou com os colegas, mudar de emprego acarreta um custo social." Na medida em que um empregado é bem tratado por uma empresa ou por seu chefe, "isso poderá, ainda que indiretamente, fazer diferença em sua decisão de ficar ou de sair da empresa".

Os incentivos financeiros — como, por exemplo, opções de ações, ações e pensões restritas — também são expedientes de que as empresas têm lançado mão para conservar seus funcionários. Contudo, Wayne Guay, professor de contabilidade da Wharton, não está convencido de que esse tipo de remuneração postergada tenha algum efeito significativo sobre a lealdade do funcionário. "Há evidências de que as opções de ações, ações restritas e outros instrumentos do tipo resultem em menor rotatividade", diz Guay. "Os executivos e alguns outros funcionários tendem a permanecer mais tempo na empresa. Isso, porém, não significa que haja um elo implícito entre empregador e empregado. O que há é muito mais um acordo contratual."

Os planos de pensão de benefícios definidos sempre foram um forte mecanismo de retenção usado pelas empresas para conservar seus funcionários, diz Guay, porém poucas empresas atualmente os oferecem. São mais comuns os planos 401(k), que requerem dos empregados que assumam o risco do investimento, mas que podem ser transferidos quando o empregado sai de uma empresa e vai para outra.

Ao mesmo tempo, as ações e opções de ações podem, em alguns casos, ser mais do que um simples mecanismo de retenção. Elas podem motivar os funcionários não apenas a permanecer na empresa, mas a trabalhar duro e ir além das exigências mínimas, diz Guay, acrescentando, porém, que seu efeito é maior no caso de executivos do alto escalão, "que veem efetivamente de que modo suas decisões afetam o preço das ações da empresa e seu desempenho geral. Quando se desce aos escalões inferiores, o elo entre as ações do empregado e o desempenho geral da empresa é mais frágil". Algumas empresas, diz Guay, têm planos de incentivos próprios para divisões e unidades da empresa capazes de melhorar seu desempenho.

O crescimento do mercado global é outro fator de mobilidade no que diz respeito ao local de trabalho. "Há uma concorrência muito acirrada, tanto interna quanto externamente, o que tem obrigado as empresas a ser mais ágeis em termos de contratação e demissão", diz Guay. "Hoje em dia se trata de uma via de mão dupla: o funcionário sabe que a empresa não pode mais lhe oferecer emprego vitalício, e a empresa sabe que o funcionário se sente livre para mudar de emprego a qualquer momento." As redes sociais e de profissionais, além da explosão das informações disponíveis sobre as empresas e planos de carreira ajudaram nesse processo. "Nos últimos dez ou 20 anos, ficou muito mais fácil conseguir emprego em outras indústrias ou regiões do que há dez ou 20 anos, quando não havia Internet", diz.

Bidwell aponta outra dinâmica por trás da mudança na relação entre empregado e empregador. Muita coisa que o empregador fazia no passado para ganhar cada vez mais a lealdade do empregado — pelo menos até os anos 80 — ele fazia não com a intenção de aumentar a produtividade e a satisfação no trabalho, mas para manter os sindicatos à distância, diz Bidwell. "As empresas temiam os sindicatos e a possibilidade de que convocassem greves. Elas tratavam bem o funcionário para que ele não entrasse para o sindicato. Hoje não é mais assim. os sindicatos estão em decadência. É fácil sufocá-los quando tentam se organizar. Por isso, há gerentes que não se preocupam mais tanto com a lealdade do funcionário como no passado."

O desafio de mensurar a lealdade do empregado


Será possível mensurar a lealdade do funcionário? Se for, será que o aumento ou a diminuição da lealdade afeta o desempenho da empresa? Embora a lealdade não esteja, por exemplo, no mesmo nível das receitas e dos lucros, que afetam diretamente os resultados da empresa, "há evidências de que um funcionário mais satisfeito trabalha melhor", diz Bidwell, "mas essa relação não é necessariamente obrigatória".

Faz sentido usar a lealdade do empregado como parâmetro de desempenho, acrescenta Cappelli. "Resta saber como precificar isso: quanto vale a atitude do empregado que sempre coloca os interesses da empresa à frente de outros fatores naquelas situações em que ele tem liberdade de ação? Provavelmente muito, mas é difícil converter o valor dessa atitude em dólares."

Cobb reconhece também a dificuldade de se criar um parâmetro definitivo de lealdade. "Com frequência, as perguntas feitas nessas pesquisas são mais ou menos do tipo: 'Você pretende procurar outro emprego nos próximos 12 meses?' O fato é que a pessoa poderia procurar outro emprego por vários motivos e não porque estivesse insatisfeita com a empresa onde trabalha", diz Cobb. "Talvez o indivíduo esteja pensando em fazer faculdade, ou quem sabe quer morar mais perto dos pais.

Portanto, esses parâmetros nunca são muito transparentes. Na verdade, não servem para avaliar a lealdade do empregado. Medem apenas o que a empresaespera que esteja relacionado à lealdade."
Será que as empresas deveriam se preocupar com o cultivo da lealdade, uma vez que alguns empregadores querem simplesmente que os empregados façam o que lhes foi pedido que fizessem? Cappelli acredita que "sim". O grande desafio do empregador, diz ele, é que "os empregados tenham discernimento, sobretudo em se tratando de funções que desfrutam de maior autonomia. A chefia não os está supervisionando o tempo todo, e nem pode fazê-lo, para lhes dizer como agir."

Além disso, diz Cobb, alguns trabalhadores levaram para a empresa, ou adquiriram lá dentro, habilidades que são muito difíceis de substituir. "A empresa não quer que aquele conhecimento, ou especialidade, saia pela porta afora." Os funcionários desleais também podem se tornar um risco para o empregador no momento em que começam a espalhar que a empresa não é um lugar bom de trabalhar. "Isso afeta a percepção que o cliente tem de você", acrescentou.

Talvez o argumento mais convincente para quem queira tentar preservar os bons profissionais seja o fato de que a substituição de funcionários do setor administrativo, além de outros, pode custar aproximadamente 150% do seu salário anual, segundo várias estimativas. Harter observa que no caso dos funcionários de suporte ao cliente, e os de renda mais baixa, o custo seria de metade dos salários pagos a eles, ao passo que no segmento de profissionais de TI, esse percentual seria de 200%. "O impacto real", diz Harter, "pode se dar sobre a produtividade dos colegas".

Para Cobb, o debate em torno da lealdade do empregado se resume às ações do lado mais dominante da equação, a empresa. "A relação empregado/empregador mudou por causa das empresas. Ouvimos as pessoas dizerem que 'o trabalhador não se importa em cultivar relações empregatícias de longo prazo'. Talvez eu seja ingênuo, mas não creio que a humanidade tenha mudado tanto assim." A retórica dos anos 80, diz ele, focalizava sobretudo a importância de "assumir o controle da carreira e da vida. É difícil imaginar que meu pai seja tão diferente de mim nesse aspecto. Não faz sentido dizer que as pessoas nascidas nos anos 70 de repente tiveram uma revelação e agora estão decididas a controlar o rumo de sua vida, e que as pessoas nascidas nos anos 40 pensam de outro jeito. As pessoassempre quiseram ter mais controle sobre sua vida". O que mudou agora, diz Cobb, é o modo como as empresas tratam os empregados. "Parece estranho que eu deva ser leal a uma empresa que, eu sei, não é leal a mim."

Publicado em: 27/06/2012